quinta-feira, 21 de setembro de 2017

CPTM Hopper Amarelo

 


Outo vagão de serviços da CPTM para distribuição de lastro na via permanente, desta vez na cor amarela. Modelado a partir de um hopper aberto da Frateschi (referência 2093) com modificações nas bocas de descarregamento das tremonhas. Envelhecido com produtos da Q Models e com colagem do lastro dentro do hopper. Decais de fabricação própria.


domingo, 6 de agosto de 2017

Construção de uma cabine de pintura


Trabalhar com tinta e seus diluentes é um processo que exige cuidado com manuseio e utilização desses materiais. O principal deles é com a saúde porque a inalação dos gases resultantes da pintura aerografada pode ser muito prejudicial. A melhor forma de resolver esse problema é utilizando uma cabine de pintura para essa atividade. Segue uma sugestão que se demonstrou ter um custo bastante razoável, uma vez que utiliza materiais baratos, e o resultado final ficou bem satisfatório. 

Utilizei um toca disco antigo que comprei como sucata. A ideia era aproveitar o prato giratório que pode rodar o modelo que estamos pintando sem que tenhamos que por as mãos nele. Dentre os vários modelos disponíveis escolhi o da marca Gradiente porque tinha uma janela transparente na tampa. A princípio imaginei que essa janela poderia servir para iluminação natural, mas decidi usar uma fita de led presa internamente. De qualquer forma essa abertura possibilita que a luz ajude também na visualização da pintura.


Retirei todas as peças que ficavam junto ao prato giratório para que o espaço disponível para o modelo a ser pintado fosse o maior possível. Também tirei o motor e engrenagens internas para não houver resistência no manejo do prato.



Esses toca discos tinham um sistema de fechamento com tampa para que o disco de vinil não sofresse interferências externas acidentais, que junto como as dobradiças, que possuíam molas para minimizar o peso da tampa quando era aberta ou fechada, faziam essa função

Optei por retirar essas dobradiças por dois motivos: 1- na posição aberta, a tampa deixava um espaço que tornaria a exaustão dos gazes e restos de tinta muito ruim. 2- decidi deixar minha cabine fixa. Se você não tem espaço disponível para guardar a sua cabine, pode construir a sua com as partes móveis. O problema com a abertura que citei acima pode ser resolvido com a adoção de materiais flexíveis para fechá-la. Um plástico, desses de envelopes para pastas, pode resolver. 




No caso desse equipamento as dobradiças eram encaixadas o que facilitou muito a retirada delas. 

Com a tampa separada do corpo do toca discos, recortei um quadrado para instalação do exaustor. Comprei também de segunda mão um ventilador de microcomputador para fazer a função de dirigir o ar para fora da cabine. Melhor utilizar um ventilador padrão, pois caso seja necessário trocá-lo é mais fácil de achar. 



Parafusei nas laterais duas chapas de estireno de dois milímetros de espessura. Achei dois pedaços quadrados que serviram como paredes. Não recortei o formato final porque tinha que posicionar corretamente a tampa sem as dobradiças e porque fica mais fácil seguir o formato da tampa, que nesse caso era um pouco curva na parte dianteira. 

Veja nas fotos abaixo a instalação das paredes:




Para fazer o corte, deitei a cabine para o lado e com o auxílio de uma ferramenta de corte de estireno (Olfa) segui o formato da tampa. É necessário passar várias vezes a ferramenta no estireno para marcá-lo e depois, com auxílio de um estilete retirar o excesso. 





Depois disso, é necessário um acabamento na parte superior. Esse acabamento tem a função de não deixar o fluxo de ar que parte do aerógrafo sair da cabine.



Feito isso, é possível fazer o corte das laterais para finalizar a montagem da caixa da cabine de pintura. Para isso desenhei uma reta da base até o topo da cabine harmonizando o conjunto. 





Para a iluminação, optei por uma fita de leds brancos. Colei nas laterais passando por trás do acabamento superior da cabine. O efeito que dá é muito bom e não esquenta a cabine, mesmo com muito tempo de utilização.





Artigo originalmente publicado na revista Trens & Modelismo.




domingo, 9 de outubro de 2016

ALL Hopper Azul - HFS

 



Hopper da época de transição para a ALL na cor azul. Modelo da Frateschi (referência 2040) que teve a pintura de fábrica retirada para posterior repintura na cor do protótipo. Decais customizados pela Decalques do Carlão.





terça-feira, 9 de agosto de 2016

CPTM Hopper Vermelho - HNS

 



Vagão de serviços da CPTM para distribuição de lastro na via permanente. Modelado a partir de um hopper aberto da Frateschi (referência 2093) com modificações nas bocas de descarregamento das tremonhas. Envelhecido com produtos da Q Models e com colagem do lastro dentro do hopper.




 

terça-feira, 19 de julho de 2016

Frigorífico Bordon - IB - II

 



Nova versão do vagão Bordon, desta vez com as designações da ferrovia e divisão do lado esquerdo da caixa do vagão. Foi utilizado foi o Frateschi frigorífico de madeira (referência 2003), que não é mais fabricado pela empresa. Pintura aerografada, utilizando-se branco para a caixa, cinza médio fosco para o teto e preto fosco para o estrado. Nesta versão foram mantidos os engates originais (tipo europeu). Para acabamento e proteção foi aplicado verniz fosco.

O Frigorífico Bordon foi fundado em 1960 por Geraldo Moacir Bordon (1925-2003). Expandiu seus negócios pelo interior de São Paulo a partir da região de Campinas (São Carlos, São José do Rio Preto e Presidente Prudente). Logo em seguida adquiriu um frigorífico em Campo Grande no Mato Grosso.  Em 1997, já como industrial de sucesso, dirigia o maior grupo industrial do ramo de carnes do país, chegando a abater 7% do total de produção de carnes bovinas no país. Na década de 1990 veio a decadência motivada por problemas administrativos, que culminou em março de 2000 a empresa pediu concordata e as fábricas foram assumidas pelo Grupo Bertin.

As informações acima são do blog de Leopoldo Costa. 





Moura Andrade

 


O vagão utilizado foi o Frateschi frigorífico (referência 2015). Pintura aerografada, utilizando-se o prata vagão da CM Tintas. Os engates são os originais (tipo alça). Os decais são da MRZ Decais. Para acabamento e proteção foi aplicado verniz fosco.

 




Fabricação 

domingo, 6 de março de 2016

ALL Hopper Transição Verde

 


O modelo é originalmente um hopper da Frateschi (referência 2098) transformado em uma HFT.  A lateral foi toda lixada e posteriormente marcada com as costas de um estilete, simulando a solda nos painéis. Nas testeiras foram refeitos os reforços verticais e reposicionado o volante de freio. Para maiores detalhes da construção clique aqui. Para acabamento e proteção foi aplicado verniz fosco.